{"id":392,"date":"2016-08-26T17:27:07","date_gmt":"2016-08-26T17:27:07","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:8080\/act\/?page_id=8"},"modified":"2021-06-23T19:01:36","modified_gmt":"2021-06-23T19:01:36","slug":"frontpage","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/mariamulher.org.br\/","title":{"rendered":"Frontpage"},"content":{"rendered":"\n<p>Maria Mulher come\u00e7ou nos encontros de um grupo de 30 mulheres, no ano de 1987. Elas vinham do Movimento Negro, do Movimento Feminista, de sindicatos. Algumas n\u00e3o faziam parte de movimento algum.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde o in\u00edcio, o objetivo foi o de contribuir para a melhoria da vida de mulheres, em especial das mulheres negras em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul \u2013 em conex\u00e3o com as lutas e causas de organiza\u00e7\u00f5es de mulheres negras do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Maria Mulher teve uma primeira apresenta\u00e7\u00e3o p\u00fablica, denominada <em>O Beijo de Maria, a Festa<\/em>. Al\u00e9m do divertimento, fazia pensar. A encena\u00e7\u00e3o teve \u00eaxito: as participantes apresentavam esquetes e mostravam mulheres negras em diferentes espa\u00e7os da sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2001, Maria Mulher participou da cria\u00e7\u00e3o da Articula\u00e7\u00e3o de Mulheres Negras Brasileiras -AMNB, fazendo parte de sua primeira coordena\u00e7\u00e3o, envolvendo 27 organiza\u00e7\u00f5es no Brasil. Tamb\u00e9m representou a AMNB no Conselho de Promo\u00e7\u00e3o de Igualdade Racial \u2013 CNPIR, de 2012 a 2014.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro marco de Maria Mulher foi o envolvimento na organiza\u00e7\u00e3o da Marcha de Mulheres Negras, contra o Racismo, e pelo Bem Viver, em Bras\u00edlia, em 18 de novembro de 2015.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Maria Mulher come\u00e7ou nos encontros de um grupo de 30 mulheres, no ano de 1987. Elas vinham do Movimento Negro, do Movimento Feminista, de sindicatos. Algumas n\u00e3o faziam parte de&hellip;<\/p>\n<div class=\"pull-left\"><a href=\"https:\/\/mariamulher.org.br\/\" class=\"btn btn-black btn-sm\"><span class=\"read-more\">Read More<\/span><\/a><\/div>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"frontpage.php","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"class_list":["post-392","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/mariamulher.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/392","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/mariamulher.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/mariamulher.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mariamulher.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mariamulher.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=392"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/mariamulher.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/392\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2955,"href":"https:\/\/mariamulher.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/392\/revisions\/2955"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/mariamulher.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=392"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}